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carrotveil26's blog

Enviar O Filho Pra Preparar-se No Exterior Está Menos difícil


Juros, Inflação, Dólar, PIB: Como Estes Indicadores Conseguem Afetar O Seu Bolso Em 2018?


] Disse isto: eles não gostam de ser empregados em tarefas policiais”, afirmou, em entrevista à Pública. Hoje doutor em estudos de segurança, Christoph acompanha, desde a Inglaterra, os desdobramentos da intervenção militar expedida pelo presidente Michel Temer na última sexta-feira e aprovada pelo Congresso esta semana. E critica: “A intervenção federal funciona pra ofuscar o episódio de que os militares estão no Rio há bastante tempo, desde julho do ano anterior, sem resultados muito positivos”. Pergunta. Como foi construída sua busca de doutorado?


R. Comecei em 2014, e a ideia era comparar a experiência no Haiti com a do Rio e de outras Missões de Garantia da Lei e da Ordem (GLO). As entrevistas corroboram um tanto o que o general Augusto Heleno, ex-comandante das tropas no Haiti, afirmou em entrevista recente. Os militares preferem ter regras de engajamento relativamente lenientes com as quais eles possam fazer ações ofensivas contra criminosos. Uma das lições que dizem ter aprendido no Haiti é que, se eles podem fazer ações ofensivas contra gangues, podem derrotá-las numa localidade da cidade. P. Mas essa atual intervenção neste momento prevê que os militares irão ser julgados na Justiça Militar.


O que mais eles querem? R. Visualize, pessoas como o general Heleno… No Haiti, o Heleno deu ordens às suas tropas para atacar pessoas que estivessem recolhendo corpos das ruas. Ele citou em entrevistas que eram todos alvos legítimos. A teoria do Heleno é que os grupos armados no Rio constituem adversários e eles são capazes de ser falecidos sem qualquer resultância pros soldados.


Querem um enquadramento jurídico no qual não haja nenhuma resultância bom, um excludente de ilicitude. Muitos dos que entrevistei pra minha tese reclamaram que no Rio eles não puderam agir como no Haiti. Achavam que, se pudessem fazer o mesmo, teriam a liberdade para verdadeiramente derrotar as gangues. Eles querem mandados de pesquisa e apreensão coletivos, e o Governo quer dar a eles. E reclamam que, se eles não tiverem estes mandados, serão enganados pelas corporações criminosas, que escondem armas e drogas em inúmeras casas.


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  • P. Em uma audiência no Senado em junho do ano passado, o comandante do Exército, general Eduardo Dias da Costa Villas Bôas, comentou que o uso das Forças Armadas em ações de segurança pública é “desgastante, nocivo e inócuo”. Ele disse, inclusive: “Nós não gostamos deste tipo de emprego, não gostamos”.


    Você encontrou essa mesma visão nas entrevistas que fez para teu doutorado? R. O superior grupo de entrevistados também disse isso: eles não gostam de ser empregados em tarefas policiais. Eles não gostam das missões de GLO. De um lado, dizem que, se forem empregados, deveriam ter a permissão de fazer o que quiserem. Entretanto bem mais militares dizem que seu papel não precisa ser agir contra a própria população brasileira. Vasto cota diz que isto é tarefa da polícia, e eles não deveriam fazer o que a polícia fracassou em fazer.


    No questionário, a pergunta era: “Você encontra que as Forças Armadas necessitam ter um superior envolvimento com segurança pública? ”. Dentre as 116 respostas, 49% disseram que não deveria se envolver nem um tanto com segurança pública; 25,9% acharam que deveriam se envolver bastante, e outros 25% acharam que deveriam se envolver muito pouco. A outra pergunta foi: “Qual é o segundo papel mais interessante que as Forças Armadas devem praticar além de defender o território nacional?


    ” Recebi 86 respostas. 44,2% respondeu que necessitam ser as operações de paz da ONU. Apenas 24,4% — menos de um quarto — argumentou que deveria ser segurança pública. Vale dizer que a procura que eu fiz não representa todo o Exército; eu escolhi só militares que haviam estado no Haiti ou em ações de GLO.


    Eles descobrem que é muito desgastante, os soldados passam semanas em quartéis em um recinto. website desconfortável, é danoso. P. mais... operação de GLO os entrevistados avaliaram como a pior? R. A operação pela Maré foi especificamente frustador. ] e diziam que no Alemão foi relativamente bem. No Alemão, eles tinham mandatos de busca coletivos em várias áreas e tiveram uma assimilação de ter mais apoio do Governo, pelo motivo de fazia quota de um plano mais enorme, a estratégia de pacificação. Eles invadiram e ocuparam o Alemão, expulsaram os criminosos junto com a polícia.


    Na Maré, eles simplesmente ocuparam a área por um tempo, sem a permissão pra agir ofensivamente. Só que no Alemão havia apenas o Comando Vermelho, no tempo em que pela Maré havia três grupos guerreando. Tinha assim como o Terceiro Comando Puro, a ADA… E os soldados ficaram no meio do fogo cruzado. Muitos dos entrevistados disseram que recebiam tiros dos dois lados.

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